Que dó, que dó: Menina de 13 anos ameaça Papai Noel se não ganhar o que pediu‏


 Adolescente ameaça matar Papai Noel se não ganhar o que pediu

Esta aconteceu no Reino Unido. Uma adolescente de 13 anos escreveu uma carta ameaçadora ao Papai Noel: promete matá-lo se não entregar o que ela pediu neste ano. Mais: “Vou caçar as suas renas, cozinhá-las e servir sua carne para as pessoas desabrigadas no dia de natal.”

A garota, Mekeeda Austin, fez uma lista de opções ao bom velhinho: Blackberry, dinheiro, óculos de sol e até o Justin Bieber “real”. E avisou: “Quero dois desta lista, ou você morre.”

A mãe encontrou a carta na mochila da garota. E promete atender aos pedidos. “Quando eu encontrei a carta, achei engraçado. Agora eu penso que o melhor é fazer o que ela quer. Não quero ver seu lado mau”, disse ao Daily Mail.

A adolescente, por sua vez, disse que não se arrepende de ter ameaçado Papai Noel, nem tem medo de entrar em sua lista negra. “Não vejo nenhum problema. Quero todas essas coisas e não vejo motivo de não ganhá-las.”
Fonte: Estadão
Na minha opinião, tinha que matar esse ser na mente de muitas pessoas, pois, se ele existe, é lá.

Que dó, que dó: Menina de 13 anos ameaça matar Papai Noel se não ganhar o que pediu


 Adolescente ameaça matar Papai Noel se não ganhar o que pediu

Esta aconteceu no Reino Unido. Uma adolescente de 13 anos escreveu uma carta ameaçadora ao Papai Noel: promete matá-lo se não entregar o que ela pediu neste ano. Mais: “Vou caçar as suas renas, cozinhá-las e servir sua carne para as pessoas desabrigadas no dia de natal.”

A garota, Mekeeda Austin, fez uma lista de opções ao bom velhinho: Blackberry, dinheiro, óculos de sol e até o Justin Bieber “real”. E avisou: “Quero dois desta lista, ou você morre.”

A mãe encontrou a carta na mochila da garota. E promete atender aos pedidos. “Quando eu encontrei a carta, achei engraçado. Agora eu penso que o melhor é fazer o que ela quer. Não quero ver seu lado mau”, disse ao Daily Mail.

A adolescente, por sua vez, disse que não se arrepende de ter ameaçado Papai Noel, nem tem medo de entrar em sua lista negra. “Não vejo nenhum problema. Quero todas essas coisas e não vejo motivo de não ganhá-las.”
Fonte: Estadão
Na minha opinião, tinha que matar esse ser na mente de muitas pessoas, pois, se ele existe, é lá.

A fé como caminho de saída da dependência do crack


Maior parte dos voluntários de centros de recuperação é de ex-usuários

14/12/2011 - 21h38 - Atualizado em 14/12/2011 - 21h38
Jornal A Gazeta ( Vitória-ES)
foto: Vitor Jubini
Maurina da Silva desenvolve um projeto para recuperação de viciados em crack através da Instituto Bálsamo Giliarde em São Torquato - Editoria: Cidades - Foto: Vitor Jubini
Maurina Silva dedicou mais de 20 anos da sua vida ao tratamento de viciados
Anny Giacominagiacomin@redegazeta.com.br

Aos 43 anos, Elizabete Martins Rosa pode olhar para trás e comemorar. Viciada em crack por sete anos, decidiu que era hora de abandonar a droga e vencer na vida. Na época, estava grávida de seis meses e, por vezes, tentou um aborto com o uso abusivo do crack. Hoje, pouco mais de quatro anos depois de iniciar o tratamento e com um lindo filho, ela vive o outro lado da moeda: é voluntária e tenta, a cada dia, tirar pelo menos uma pessoa do caminho de sombras pelo qual passou.

Assim como ela, boa parte das pessoas que hoje atuam como voluntárias em projetos sociais que cuidam de dependentes químicos - principalmente o crack - já sentiram na pele o drama que essas pessoas estão vivendo. Somente em uma das casas em que Bete atua, quase 90% dos voluntários são ex-viciados. Cada um deles tem uma história de vida e de vício mais arrepiante que a outra. Em comum, todos têm a fé - independente da religião. 

A vitória dessas pessoas também acaba sendo um incentivo para quem está nas casas de recuperação. "É muito difícil sair do crack, principalmente. É mais fácil esconder-se atrás da droga. Mas, quando você vê que outra pessoa conseguiu, passou por toda a dor que você vai passar, você passa a acreditar. A sociedade não quer acreditar que Jesus salva porque a dependência química virou um negocio lucrativo. Mas só Ele salva", ressalta.

Bete frequentou durante três anos um dos sítios da Casa Bálsamo de Gileade, comandada pela missionária Maurina da Silva, que decidiu se doar a esse tipo de voluntariado há mais de 20 anos. Maurina já perdeu as contas de quantos dependentes químicos ajudou, com perseverança e oração.

Hoje, o projeto atende a cerca de 190 dependentes químicos. "Comecei a levar as pessoas para dentro de casa. Muitos vizinhos não aceitavam, mas esse é o meu chamado. E tenho orgulho de ver que muitos dos que passaram por aqui viraram pastor, por exemplo, ou nunca mais usaram drogas", diz a missionária.

O pastor Sérgio Reis, de Domingos Martins, é um que sempre está em contato com a missionária, trazendo pessoas para se tratarem do interior para a Grande Vitória. Para ele, a fé é fundamental no processo de recuperação. "A fé é importante porque trabalha a autoestima, desperta uma visão no dependente, que passa a acreditar nele mesmo".

Ajuda da igreja e dos familiares
Toda sexta, das 20h às 22h, o coordenador da Pastoral da Sobriedade, Claudio de Oliveira, 63 anos, vai até a igreja católica do Bairro República, onde, junto de outros membros da pastoral, atende a famílias de viciados em drogas. "A família tem que participar desse processo de cura, ela é fundamental. Se não fosse a minha, eu nunca teria saído dessa vida", conta.

Grupo se prepara com projeto para dar força a quem quer abandonar o vício
Enquanto alguns já se dedicam há anos ao voluntariado, um grupo de jovens da Igreja Batista está passando por um treinamento para atuar no projeto Cristolândia Vila Rubim. Previsto para começar em março, em Vitória, a ideia é atender aos dependentes químicos 24 horas por dia, buscando sua recuperação tanto física, psíquica e espiritual.
foto: Vitor Jubini
Voluntários da Cristolândia que irão atuar na cracolândia da Vila Rubim, Vitória - Editoria: Cidades - Foto: Vitor Jubini
Os integrantes do Cristolândia Vila Rubim vão atender a dependentes químicos

Como ajuda, eles contam com jovens que participavam do projeto em São Paulo - todos ex-viciados. O grupo está tendo aulas diariamente de disciplinas que envolvem a espiritualidade e a prática de abordagem de rua, além de informações sobre dependência química.

O assistente social Felipe Cristiano Sales, um dos organizadores do grupo, explica que muitas dessas pessoas viciadas em drogas precisam apenas de uma mão para largar o vício. "Nós vamos oferecer essa oportunidade. Teremos uma casa para levá-los, para que seja feita a higienização deles, sejam alimentados e participem de algumas atividades culturais", conta.

Passado um período de 24 horas sem drogas, os dependentes serão encaminhados para uma comunidade terapêutica por três meses. Depois disso, vão para o Centro de Formação Cristã, onde receberão auxílio por um ano para reinserção na sociedade e no mercado de trabalho. "Existe esperança. Essas pessoas só precisam de uma oportunidade", diz Felipe.

Veja a matéria completa no Gazetaonline e no Pacto Pela Paz

Casal se conhece pela internet e decide se casar em pouco mais de um ano

09/11/2011 - 16h24 - Atualizado em 09/11/2011 - 16h2

Wedson Soares Monteiro e Cintia de Morais Padilha se conheceram em um site de relacionamento

Murilo Cuzzuol
EQUIPE EU AQUI no Gazetaonline
foto: Arquivo Pessoal
Wedson e CintiaCintia e Wedson: o namoro começou após se conhecerem em um site de relacionamento


A história do casal Wedson Soares Monteiro, de 26 anos, e Cintia de Morais Padilha, de 22 anos, teve um início semelhante ao de muitos casais. Eles se conheceram pela internet e iniciaram uma relação sem sequer terem se encontrado pessoalmente.

Em outubro de 2010, após terminar um namoro de nove meses, o assistente de tecnologia da informação passava por um momento pessoal delicado e quase não tinha tempo para sair e aproveitar a vida. Como passava boa parte do tempo em casa, o computador era um companheiro para amenizar esta situação.

No dia 31 de outubro, durante um desses momentos em frente ao computador, Wedson, que mora em Vitória, entrou em um site de relacionamento e conheceu Cintia, que teclava de Cachoeiro de Itapemirim, no Sul do Estado. Mal sabiam que este "encontro" se transformaria meses depois em uma bela história de amor, mas com alguns pequenos "sustos".

Já com uma certa intimidade os dois passaram a trocar fotos e mensagens por computador e, decidido, Wedson resolveu marcar um encontro real com Cintia, mesmo separados por 135 quilômetros de distância. "Uma coisa é falar com alguém por meio de uma webcam ou celular, outra é encontrá-la pessoalmente, mas decidi e no dia 31 de dezembro fui a Cachoeiro para conhecê-la. E ao chegar na cidade levei um susto", comentou o rapaz.

E que susto: quando desembarcou na rodoviária ele esperava encontrar apenas Cintia, mas apareceram também os pais da futura noiva e esposa. "Travei e fiquei sem reação. Eu ainda não tinha visto ela e de cara já encontro com o pai e a mãe", brincou Wedson. Mas no final tudo deu certo. Dali todos seguiram para Marataízes para curtir a virada do ano.

"Fui muito bem aceito na família e tive a certeza que tinha acabado de conhecer a pessoa certa. Passamos a virada de ano juntos e foi maravilhoso. Voltei para Vitória já namorando", disse ele.


foto: Arquivo Pessoal
Wedson e Cintia
Muito amor: com pouco mais de um ano de namoro o casal decidiu pelo casamento
Neste momento a relação já estava consolidada, mas a distância só aumentava a saudade. O assistente em tecnologia da informação viajava constantemente a Cachoeiro para vê-la, mas as viagens não eram suficientes. "Acho que rodei uns 4 mil quilômetros apenas indo e voltando. Porém tiveram períodos, que por conta do trabalho, pude ir apenas uma vez por mês, aí o coração aperta", narrou.

Para acabar com esse "problema", Wedson novamente tomou uma decisão importante. E exatamente dez meses após o primeiro encontro ele decidiu pedir a mão de Cintia em casamento. "Surpreendi a todos, ninguém esperava que fossemos casar", explicou.

E como tudo na vida do casal é rápido como um clique, Wedson e Cintia marcaram o matrimônio para o dia 17 de dezembro, às 19h30, na Igreja Evangélica Assembleia de Deus, no bairro BNH, em Cachoeiro de Itapemirim. "Será o dia mais feliz de nossas vidas. Temos esta certeza", finalizou.


Minha história de amor é semelhante. Conheci minha esposa pela internet e com um ano e quinze dias nos casamos. Nosso casamento aconteceu no dia 18 de junho de 2011. Enfrentamos muitas dificuldades, mas para honra e glória de Deus tomei uma decisão que me trouxe muita felicidade.