Pastor e missionária estupravam meninas de 8 à 15 anos desde 2006 até fevereiro último no Rio de Janeiro

Pastor e missionária são denunciados por estupro no Rio de Janeiro

O pastor Reginaldo Sena dos Santos, de 59 anos, e a missionária Maria de Fátima Costa da Silva, de 58, atuavam em Volta Redonda

AGÊNCIA ESTADO

O pastor Reginaldo Sena dos Santos, de 59 anos, e a missionária Maria de Fátima Costa da Silva, de 58, que atuavam em Volta Redonda (RJ), são acusados pelo Ministério Público de estuprar sete meninas com idades entre 8 e 15 anos, de 2006 até fevereiro último. A denúncia oferecida pela Promotoria à Justiça foi aceita esta semana, dando início ao processo. O casal nega as acusações.

Santos foi preso em flagrante em 4 de fevereiro, em sua casa, depois que a Polícia Militar recebeu uma denúncia anônima que acusava o pastor de abusar de crianças. Quando os policiais foram à casa de Santos, encontraram duas meninas, de 8 e 10 anos que estavam sob a responsabilidade do pastor desde a noite anterior e confirmaram terem sido vítimas de abusos.

Segundo o Ministério Público, o pastor, que era conhecido pelo apelido de Ungido e estava fundando uma igreja pentecostal, tinha a confiança dos adultos do bairro onde morava, que deixavam seus filhos aos cuidados dele para receber aulas de religião e música. As crianças também ganhavam doces do pastor.

Enquanto estavam na casa de Santos, as vítimas recebiam a atenção da missionária Maria de Fátima, que, segundo o Ministério Público, mantém um relacionamento amoroso com o pastor e o auxiliava na prática dos abusos. Por isso ela também foi denunciada. Segundo os relatos das vítimas, o pastor teria praticado conjunção carnal com duas das meninas. As demais teriam sido vítimas de outros tipos de abusos, sem penetração.

O casal responderá por estupro de vulnerável, punido com pena de 8 a 15 anos de prisão. A pena poderá ser aumentada devido a duas qualificadoras: o crime ter sido praticado por duas pessoas e o autor ter autoridade sobre a vítima. Segundo o Ministério Público, o fato de os pais deixarem as crianças aos cuidados do pastor atribui a ele a autoridade que justifica o aumento de pena. O pastor está preso desde 4 de fevereiro, enquanto a missionária foi presa nesta semana, ambos sob ordem de prisão preventiva.

O pastor Reginaldo Sena dos Santos, de 59 anos, e a missionária Maria de Fátima Costa da Silva, de 58, atuavam em Volta Redonda

AGÊNCIA ESTADO/ Gazeta Online

O pastor Reginaldo Sena dos Santos, de 59 anos, e a missionária Maria de Fátima Costa da Silva, de 58, que atuavam em Volta Redonda (RJ), são acusados pelo Ministério Público de estuprar sete meninas com idades entre 8 e 15 anos, de 2006 até fevereiro último. A denúncia oferecida pela Promotoria à Justiça foi aceita esta semana, dando início ao processo. O casal nega as acusações.

Santos foi preso em flagrante em 4 de fevereiro, em sua casa, depois que a Polícia Militar recebeu uma denúncia anônima que acusava o pastor de abusar de crianças. Quando os policiais foram à casa de Santos, encontraram duas meninas, de 8 e 10 anos que estavam sob a responsabilidade do pastor desde a noite anterior e confirmaram terem sido vítimas de abusos.

Segundo o Ministério Público, o pastor, que era conhecido pelo apelido de Ungido e estava fundando uma igreja pentecostal, tinha a confiança dos adultos do bairro onde morava, que deixavam seus filhos aos cuidados dele para receber aulas de religião e música. As crianças também ganhavam doces do pastor.

Enquanto estavam na casa de Santos, as vítimas recebiam a atenção da missionária Maria de Fátima, que, segundo o Ministério Público, mantém um relacionamento amoroso com o pastor e o auxiliava na prática dos abusos. Por isso ela também foi denunciada. Segundo os relatos das vítimas, o pastor teria praticado conjunção carnal com duas das meninas. As demais teriam sido vítimas de outros tipos de abusos, sem penetração.

O casal responderá por estupro de vulnerável, punido com pena de 8 a 15 anos de prisão. A pena poderá ser aumentada devido a duas qualificadoras: o crime ter sido praticado por duas pessoas e o autor ter autoridade sobre a vítima. Segundo o Ministério Público, o fato de os pais deixarem as crianças aos cuidados do pastor atribui a ele a autoridade que justifica o aumento de pena. O pastor está preso desde 4 de fevereiro, enquanto a missionária foi presa nesta semana, ambos sob ordem de prisão preventiva.

Fonte: Agencia Estado e Gazeta Online

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