Pastor faz revelação sobre músico desaparecido mencionando que ele estaria na Serra-ES

Vinicius Maia Carvalho 
Vinícius  desapareceu no dia 11 de janeiro na Zona da Mata Mineira

Desde o dia 11 de janeiro uma família de Minas Gerais procura Vinícios Maia de Carvalho, desaparecido após pular de uma ponte, localizada entre os municípios de Rio Casca e São Domingo da Prata, em Minas Gerais, quando voltavam de Guarapari, aqui no Espírito Santo.

O caso foi notícia no Gazeta Online (Vitória-ES), e foi divulgado pelo Facebook. E hoje, ao visitar o site do Gazeta Online, me deparei com a notícia sobre o caso, porém falava de algo espiritual. Abaixo, o título e a matéria:

Revelação de pastor muda local de busca de família por músico mineiro desaparecido

O caso dele já foi divulgado aqui na comunidade Desaparecidos, e na ocasião a família acreditava que o rapaz estivesse em Guarapari

O músico mineiro Vinícius Maia Carvalho, de 28 anos, está desaparecido desde o dia 11 de janeiro. O caso dele já foi divulgado aqui na comunidade Desaparecidos, e na ocasião a família acreditava que o rapaz estivesse em Guarapari. No entanto, na última semana os familiares disseram ter recebido uma revelação de um pastor em Minas Gerais, informando que o músico estaria no município de Serra.

"Vocês estão procurando no lugar errado", teria dito o pastor. E ainda teria complementado: "vocês devem procurá-lo em El Dourado, Feu Rosa, Carapina, perto do aeroporto, em abrigos e igrejas".


A prima do músico, Roberta Siman, pediu uma nova divulgação do caso e a colaboração dos moradores da Serra. "Cada minuto, cada segundo é eterno para nossa família, para minha avó de 82 anos e toda a família Maia".

Você tem alguma informação sobre o músico? Entre em contato com Roberta Siman, ligue para (27) 9783.0184 ou (27) 8806-4746.

Historinhas da Turma da Mônica podem incentivar crianças à má conduta


Nessa terça-feira (03) iniciou-se a Semana de Páscoa nas escolas de nosso município. Na que eu trabalho, pude acompanhar algumas coisas... e de inicio foi passado um DVD da Coleção "Grandes Aventuras da Turma da Mônica", que traz "O Mônico" e outras histórias.

Prestando atenção em algumas coisas naquele vídeo, decidi pedir o DVD emprestado para analisar. Ao fazer isso, vi que não devemos colocar nossas crianças para assistir tal coisa. E precisamos pensar o que se passa na cabeça de cada criança ao ver tais coisas.

Na historinha de O Mônico podemos ver que a uma incentivação para que os meninos queiram ser meninas. Uma apologia ao homossexualismo! E você pode até achar que seja idiotice minha, mas crianças pensam diferentes, e umas interpretam as coisas de forma negativa.

Já em A Verdade Dói, o Chico adora mentir como em outras histórias. E quando ele decide falar a verdade essa lhe dói, apanha do pai. Se a criança entender que cada vez que disser a verdade levará uma surra vai preferir ficar com a mentira. No final, o Chico acaba mentindo outra vez e isso incentiva a criança a continuar mentindo.

Me chamou a atenção também a historinha O Causo da Melancia. Nela, o Chico rouba goiabas da chácara de um senhor,e a Rosinha, sua namoradinha estava cansada de vê-lo fugindo desse senhor. E, a pedido dela, Chico promete que não vai mais roubar goiaba do vizinho. Mais tarde ele começa a roubar melancias do senhor afirmando que a promessa era somente não roubar goiabas. Portanto, as melancias ele iria roubar. Nessa historinha vemos um incentivo para a criança roubar.

Que digam que sou idiota, mas você permitiria que uma prostituta fosse ensinar algo a sua filha dentro de sua casa? Ou que um macumbeiro fizesse um despacho na sala de sua casa? Creio que não! Então, não permita também que historinhas infantis que parecem não ter nada demais, motivem o seu filho ou sua filha fazerem coisas erradas, travessuras, etc. E o que você vê de mal nos filmes e desenhos que não deixa seus filhos assistirem, estão ocultas em historinhas como a da Turma da Mônica.

DEFENDER A FÉ É O MESMO QUE "JULGAR"?

Por: Robson T. Fernandes

Muitas pessoas têm se perguntado sobre a essência de se defender a fé. Se ao fazê-lo não se estaria julgando a pessoa que traz um ensino não condizente com a Sagrada Escritura.

Em geral, fora da Igreja Evangélica, ao se lançar questionamentos na área religiosa cria-se uma polêmica acompanhada de debates acirrados, pois têm-se ensinado que devemos respeitar a religiosidade dos povos, e por isso não se deve questionar o estilo e opção religiosa de ninguém, para que assim consiga-se caminhar rumo a um ecumenismo mundial, alicerçado na tolerância e aceitação da pluralidade de religiões.

Em geral, no seio da Igreja Cristã Evangélica, ao se falar sobre os conflitos doutrinários do russelismo, mormonismo, espiritismo, islamismo, catolicismo e outras seitas e religiões, em comparação com a Bíblia Sagrada, cria-se um debate esclarecedor e geralmente proveitoso na elucidação de dúvidas e no ensino prático da doutrina bíblica.

O fato é que nos últimos tempos muitos denominados integrantes da Igreja Evangélica têm aderido à filosofia secular, em se tratando do debate religioso, e na defesa de seus pontos de vista particulares têm-se utilizado até a própria Escritura na tentativa de fazer cessar esse abordagem.

Por diversas vezes afirma-se que aqueles que adentram na apologética (arte de defender a fé) tornam-se guerreiros insuportáveis na convivência, exagerados no ensino, extremistas em seus dogmas e exacerbados em seu discurso.

Por diversas vezes afirma-se que “apontar” os erros das demais religiões e “denunciar” aqueles que têm distorcido a Bíblia Sagrada é o mesmo que "julgar", e para isso se fazem utilizar de textos bíblicos como “Não julgueis, para que não sejais julgados” (Mt 7:1).

Entendemos que, talvez, isso se dê pelo fato de colocar-se em uma posição de cuidado para não sofrer o julgamento de Deus. Entretanto, tal atitude também pode ser identificada como omissão, e ainda como conivência.

Ao fazer tal afirmação, “Não julgueis, para que não sejais julgados” Jesus nos traz esclarecimentos valiosos, que são bem convenientes para esse assunto. Vejamos o texto completo:

“Não julgueis, para que não sejais julgados. Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.” (Mt 7:1-5).

Em primeiro lugar, se julgar – nesse sentido – é errado, então aqueles que reprovam os que combatem heresias também estão julgando. Estão julgando os apologistas.

Em segundo lugar, o julgamento condenado por Jesus no texto bíblico é o julgamento hipócrita, ou seja, condenar-se a prática errada dos outros sem que antes se corrija a própria vida, pois muitas vezes condena-se os outros sem que se observe a própria prática de coisas piores.

Em terceiro lugar, Jesus não reprova o julgamento em si, propriamente dito, pois Ele mesmo diz, no mesmo texto que se deve tirar “primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão”. Observe bem que Jesus diz que após corrigir-se o próprio erro pode-se então auxiliar o outro na correção. O problema é que muitos não desejam a correção, mas anseiam por continuar em suas práticas erradas.

Em quarto lugar, o próprio Jesus nos orienta no correto julgamento, livre da hipocrisia, pois dos versículos 15 a 20 Ele mesmo nos dá orientações sobre como proceder em um julgamento reto e justo, observando os frutos e discernindo falsos profetas vestidos de ovelhas. 

“Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra. Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam pelas mãos deles, e o meu povo assim o deseja; mas que fareis ao fim disto?” (Jr 5:30-31).
 
Nesse texto o profeta Jeremias nos apresenta um problema, ao afirmar que coisa horrenda estava acontecendo, porque o povo estava gostando. Todavia, ele inquire o povo perguntando-lhe o que seria feito a respeito. O povo de Deus deveria fazer algo! Ora, para se tomar uma atitude é necessário se observar com atenção e responsabilidade, e depois se proceder a um julgamento, no qual as medidas cabíveis devem ser tomadas por amor ao Senhor e compromisso com Sua Palavra. 

O apóstolo João nos diz que não é pecado julgar, desde que se faça sem partidarismo, interesse próprio nem preconceito, mas que se proceda o julgamento através da reta justiça, e nada melhor para guiar tal julgamento do que a Palavra de Deus, que é reta e justa.

“Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça” (Jo 7:24).

O apóstolo Paulo nos diz que não é pecado julgar, já que um dia haveremos de julgar até mesmo o próprio mundo. Todavia, este julgamento deve ser feito segundo os princípios de Deus, segundo a Sua Sagrada Palavra.

“Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida? Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida, pondes para julgá-los os que são de menos estima na igreja? Para vos envergonhar o digo. Não há, pois, entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos?” (1 Co 6:2-5)

O mesmo apóstolo Paulo, falando aos gálatas, disse que enfrentou o apóstolo Pedro cara a cara, porque este tornou-se repreensível. Ainda, Paulo fez tal repreensão publicamente, porém, de acordo com o que está escrito no Evangelho.

“E, chegando Pedro à Antioquia, lhe resisti na cara, porque era repreensível. Porque, antes que alguns tivessem chegado da parte de Tiago, comia com os gentios; mas, depois que chegaram, se foi retirando, e se apartou deles, temendo os que eram da circuncisão. E os outros judeus também dissimulavam com ele, de maneira que até Barnabé se deixou levar pela sua dissimulação. Mas, quando vi que não andavam bem e direitamente conforme a verdade do evangelho, disse a Pedro na presença de todos: Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?” (Gl 2:11-14).

Por diversas vezes encontramos a orientação bíblica sobre o julgamento, principalmente no que se refere a preservação da boa doutrina bíblica.

Primeiro, a BÍBLIA nos diz que devemos averiguar aquilo que é ensinado:

"Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo". (1 Jo 4:1).

Segundo, a BÍBLIA nos diz que devemos notar, ou seja, destacar publicamente aqueles que têm trazido ensinos errados:

"Mandamo-vos, porém, irmãos, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo o irmão que anda desordenadamente, e não segundo a tradição que de nós recebeu... Mas, se alguém não obedecer à nossa palavra por esta carta, notai o tal, e não vos mistureis com ele, para que se envergonhe". (2 Ts 3:6,14).

Terceiro, a Bíblia nos exorta para que busquemos uma doutrina bíblica sadia:

"Conjuro-te, pois, diante de Deus, e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu reino, que pregues a palavra, instes a tempo e fora de tempo, redarguas, repreendas, exortes, com toda a longanimidade e doutrina. Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo comichão nos ouvidos, amontoarão para si doutores conforme as suas próprias concupiscências; E desviarão os ouvidos da verdade, voltando às fábulas. Mas tu, sê sóbrio em tudo, sofre as aflições, faze a obra de um evangelista, cumpre o teu ministério". (2 Tm 4:1-5).

Quarto, o fato de ocorrerem conversões através das pregações de hereges não significa que está se pregando uma palavra genuinamente bíblica:

"Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitas maravilhas? E então lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniqüidade". (Mt 7:22-23). 

O fato é que Jesus Cristo disse que essas pessoas NUNCA foram ovelhas de Seu rebanho, e mais, disse que o que estavam fazendo era iniqüidade (pecado) pois Ele disse "vós que praticais a iniqüidade".

Com isso, devemos analisar com muita integridade bíblica a qualidade e conteúdo das pregações e ensinos que são passadas para o povo de Deus, observando se estão de acordo com a Escritura Sagrada.

Essa prática é louvada pela própria Bíblia (At 17:11), e deve ser exercida não só pelos denominados apologistas, pastores e professores, mas por todo aquele que deseja ter uma vida de fidelidade e comunhão com o Senhor, segundo os princípios bíblicos.

O apóstolo Paulo disse que poderíamos julgar aquilo que ouvimos, segundo a Escritura Sagrada, e disse mais, que até os seus próprios ensinos poderiam e deveriam ser confrontados com a Escritura Sagrada.

"Falo como a entendidos; julgai vós mesmos o que digo". (1 Co 10:15).

"...mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema. Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema". (Gl 1:7-9).

Com certeza, se fosse nos dias atuais talvez algumas pessoas escrevessem para Paulo dizendo que ele não podia chamar ninguém de maldito. Não é mesmo? Afinal de contas, ele não poderia julgar ninguém.

Ora, o próprio Paulo se coloca a disposição para ser confrontado com Escritura Sagrada e diz mais, se até ele ensinasse algo que fosse além do que está na Escritura Sagrada poderia ser chamado de maldito.

Como estudantes da Bíblia podemos analisar os ensinos e mostrar os erros, a luz da Escritura. Entretanto, nos deparamos com aqueles que afirmam que apresentar a verdadeira face dos hereges e de suas heresias é errado. É julgar o próximo. Com isso, entendemos que tais pessoas têm optado por posicionar-se ao lado daqueles que tais coisas praticam e ensinam, porque o próprio Jesus disse que “ninguém pode servir a dois senhores; porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom” (Mt 6:24). Caso contrário, têm optado por outro pecado, o pecado da omissão. A omissão de ver alguém no erro, e permanecer calado, imparcial e neutro. Tudo em nome de uma distorcida adoração. A isso eu denomino de pecado de Pilatos, pois por não desejar se envolver resolve lavar as mãos.

O ato de mostrar o erro e lutar por uma doutrina bíblica e saudável é bíblica e isso em nenhum momento é visto como um julgamento distorcido e sem apoio Escriturístico. Se faz necessário entender que a Igreja de Cristo é a coluna da VERDADE!

"Mas, se tardar, para que saibas como convém andar na casa de Deus, que é a igreja do Deus vivo, a coluna e firmeza da verdade" (1 Tm 3:15).

O crente é exortado a apresentar-se a Deus aprovado, tendo um bom testemunho ("não tem de que se envergonhar") e conhecendo e ensinando bem a Sagrada Escritura ("maneja bem a palavra da verdade").

"Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade" (2 Tm 2:15)

Deus continue te abençoando.

Extraído do SDG