Homem troca a mulher pelo sogro em Vila Velha


Oswaldo Nunes (?) Bissoli, 37 anos, comerciante e persona non grata na Família Oliveira Lafaiette. O estopim para o ódio se deu a partir da revelação que genro e sogro mantinham relações íntimas em segredo e desejam tornar público o amor que compartilhavam.Antonio Novaes Lafaiette, 60 anos, bancário e pai de três filhas surpreendeu amigos e familiares ao abandonar o lar onde viveu por 32 anos para viver com Oswaldo este amor ‘proibido’. Natália Oliveira Lafaiette, 59 anos, aposentada e abandonada está à base de ansiolíticos desde que soube do fato.

As famílias que moram no município de Vila Velha no Espírito Santo nunca suspeitaram que a amizade entre genro e sogro transcendesse os limites fraternais. Ambos durante anos cultuavam o hábito de pescar e por isso viajavam pelos recantos mais belos do Brasil em busca de rios em que pudessem colocar suas varas.

A impactante descoberta se deu quando Oswaldo pediu para seu cunhado A.O.L. 17 anos formatasse seu computador. Curioso o jovem decidiu “conhecer melhor” o computador antes de realizar o serviço. Neste momento ele se depara com uma pasta repleta de fotos íntimas do sigiloso casal.

Karina Oliveira Lafaiette 35 anos, professora e esposa traída, num momento de fúria decidiu enviar as fotos íntimas deles para amigos e familiares do casal e hoje responde a um processo por violação de privacidade. Quem viu as fotos diz que o comerciante possuía uma ‘pequena empresa’ enquanto o seu sogro era detentor de um ‘grande negócio’.

Fonte: Rondônia Infoco e Correio Aguaclarense

Reverendo vê religião com bom humor e diz que até casa gays



Aldo Quintão usa piadas nas suas pregações e afirma que quer realizar casamento homossexual.

Quem disse que humor e espiritualidade não podem caminhar juntos? Essa é a pergunta que o reverendo da Igreja Anglicana de São Paulo, Aldo Quintão, faz na capa de seu livro, "A Graça de Deus". 

Ao longo das 144 páginas seguintes, o religioso de 49 anos e cheio de ideias progressistas faz uma defesa de como mensagens religiosas podem ser passadas de forma bem humorada. Formado na Igreja Católica, Quintão é casado e tem um filho de 22 anos. Leia como o religioso encara o assunto.

Piadas

Uso piadas em todas as minhas celebrações. Faço analogias com situações do cotidiano, como traição e comportamento humano. É importante contar casos para aproximar as pessoas. É com eles, por exemplo, que fica mais fácil explicitar a hipocrisia do homem. Está mais que provado que nós podemos conviver com alegria, bom humor. Chega do discurso de que se estiver tudo errado você vai para o inferno.

Marketing 

Não faço marketing. Precisamos acreditar no que estamos falando. É muito fácil vir com um discurso pronto e atrair o povão, a massa. Não é fácil atrair a classe média alta. Como enganar essas pessoas? Elas não são idiotas, imbecis. Na minha igreja há muitas pessoas dessa camada da sociedade.

Diferença

O que a ciência nos mostra a respeito da Igreja Católica Romana é que eles mantém seus membros por meio da vigilância, do medo e da culpa. Lá, os fiéis têm que arrumar um pecado para contar para o padre. Isso acontece mesmo que ele não tenha. O mundo mudou. Hoje, está provado que, quando estamos bem com a vida, o organismo reage e dá respostas. 

Tendência

Na Igreja Anglicana nós fazemos auditoria com frequência. Sempre perguntamos de onde vem as pessoas que estão nos acompanhando. Em todos os levantamentos, 90% são ex-católicos. A maioria aponta que a mudança se deu por causa da rigidez.

Mudança

Quando saí da Igreja Católica fui procurar mais liberdade, carinho, ternura, compreensão. Vim com a proposta de fazer uma renovação. Na minha primeira celebração na Igreja Anglicana havia apenas 800 pessoas na igreja. Hoje já são cerca de 2 mil por domingo. 

Diferença

A principal diferença entre as duas igrejas é a forma de encarar as coisas. Entre os católicos, o que o Papa falou está falado. É regra. Aqui, buscamos sempre ouvir a opinião de todos, o senso comum.

Sucesso

Muitos fiéis de outras igrejas dizem que eu deveria ir para seus templos fazer minhas pregações. Muitos padres já me disseram que fazem uso do meu livro. Meu trabalho está sendo muito bem aceito, principalmente por pessoas mais jovens e de vanguarda.

Progressista

Digo sempre que o mundo é plural, que graças a Deus as pessoas podem expressar o que quiserem. Eu também posso expressar o meu pensamento. Por isso é que eu aceito gays na minha igreja, aceito casar pessoas divorciadas e dou comunhão às crianças. Não se pode tirar a liberdade das pessoas. O mundo é para todos. Sou tachado de liberal porque debato questões polêmicas e defendo minorias. Temas como o direito ao aborto, os estudos com células-tronco e o uso de anticoncepcionais devem ser abordados. Quero discutir o que é o mundo contemporâneo e não o que é a igreja.

Frequência

Na minha igreja todos são bem-vindos. Além dos gays, também há espaço para divorciados e fiéis desiludidos. O mundo moderno é marcado por uma sociedade plural. Na minha leitura do Evangelho, todo mundo tem o direito de ser feliz. Aqui as pessoas sentem que as diferenças são respeitadas.

Casamentos 

Já fiz mais de 3.000 casamentos, 90% em São Paulo. Casei evangélicos, hindus, judeus, muçulmanos, grávidas, desquitadas e por aí vai. Farei o casamento gay assim que a lei permitir.

Como começou

O reverendo Aldo Quintão nasceu em Brasília, em 1962, e entrou para o seminário carmelita da Igreja Católica Romana em 1979, na cidade de Itu (SP). Depois estudou em Camocim de São Félix (PE), em Curitiba, 
e em São Paulo, tornando-se frade carmelita. Entrou na Igreja Anglicana e, já ordenado sacerdote, estudou e morou em Toronto, no Canadá.

Estudo

É formado em Filosofia, Teologia e Pedagogia, com especialização em Psicologia da Educação. Atualmente é pároco da Catedral Anglicana de São Paulo.

Mais de 3 mil

Foi reconhecido pela revista Veja e pelo jornal Folha de S. Paulo como o padre que mais celebra casamentos no Brasil (já foram mais de 3 mil). Na lista estão as celebrações das uniões de Paulo Ricardo, Bruno (da dupla Bruno & Marrone) e dos jornalistas César Tralli e Flávia Freire.

Celebrações

Todos os domingos, a Catedral Anglicana de São Paulo recebe cerca de 2 mil pessoas interessadas em ouvir as mensagens bem humoradas do reverendo.

A Graça de Deus

O livro "A Graça de Deus" é publicado pela Editora Sextante e pode ser comprado a R$ 19,90.
"Na minha igreja todos são bem-vindos. Gays, divorciados... O mundo moderno é marcado por uma sociedade plural"


Fonte: Jornal A Gazeta (Vitória-ES)