Suspeita de desvio de dinheiro em igreja da Assembleia de Deus


Templo, em Maruípe, Vitória, está sob intervenção da convenção da igreja

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 A Assembleia de Deus de Maruípe, em Vitória, está sob intervenção, desde o último domingo, após denúncia sobre desvio de dinheiro do dízimo de seus fiéis. A intervenção foi decretada pela Convenção das Assembleias de Deus do Espírito Santo e Outros (Cadeeso), mas o presidente da instituição, pastor Oscar Domingos de Moura, não revelou qual seria o montante do dinheiro supostamente desviado.

Oscar Moura afastou o também pastor e o tesoureiro do templo e disse que tudo será apurado. Procurado por A GAZETA, o pastor afastado não foi encontrado, e por isso seu nome não é divulgado.

Prazo

Com o afastamento do pastor, o templo está sendo gerido por um interventor. O prazo da intervenção pode durar até 180 dias, conforme estabelece o estatuto da Cadeeso. 

Esta não é a primeira vez que a Assembleia de Deus enfrenta esse tipo de problema. Em fevereiro do ano passado, outro templo, da Serra-Sede, tornou-se alvo de investigação por desvio de dinheiro proveniente do dízimo dos fiéis.


Na época, a denúncia dava conta de enriquecimento ilícito de pastores – um deles teria patrimônio superior a R$ 6 milhões; e também compra de imóveis e carros, com uso do nome da igreja. 

O caso está sob investigação da Delegacia do Consumidor, mas a Polícia Civil, ainda não forneceu informações sobre o andamento da apuração.

Fonte: Gazeta Online 

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